terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

De quem é este dinossauro em cima do meu carro?



Ultimamente o IBAMA vem recebendo reclamações sobre animais selvagens encontrados em centros urbanos.
Foram encontrados; uma família de preguiça na Bahia, Piranhas no Rio de Janeiro, próximo a Copacabana e Vila Mimosa e ratos parasitas em Brasília. Bem! Ratos em Brasília já não é mais novidade e nem faz parte da fauna amazônica.

E o que faz um dinossauro em São Paulo? Estivem Spilberg está visitando a cidade?
Não! Deve ser apenas mais um daqueles animais fugindo do desmatamento desenfreado da Amazônia

De uma coisa eu sei. O ambiente é propício para sua sobrevivência na cidade.
Chuvas constantes, terrenos inóspito e selvagem, predominância da lei do mais forte (e do mais rico) e aqui, quase tudo se ganha no grito. Ele se sente em casa!

O que ele não sabe é que aqui os rios são extremamente poluídos (aquilo que ele viu boiando não era um peixe), as arvores das poucas praças e parques que temos, se forem derrubadas, dificilmente a prefeitura irá recoloca-las e que o caminho mais perto entre um ponto ao outro pode levar o dia inteiro caso ele se arrisque a ir pela Marginal Tietê em horário de pico.

Não será fácil para este nosso novo hóspede de 14 metros e 8 toneladas, refugiado de seu habitat natural. Por mais sorte que tenha, não passará de um simples dinossauro “vira-latas” morando embaixo de uma ponte e se alimentando diariamente de grupos de pessoas desavisadas que transitam por alí. ( vou evitar passar por aquela região).

E o que um dinossauro extinto a mais de 65 milhões de anos fazia na Amazônia?
Sei lá, talvez ele não saiba que está em extinção. Quem arrisca avisa-lo?

Estação da Luz em pé de guerra


Não! Esta não é mais uma invasão de tropas americanas em território inimigo.
Mesmo porque não temos o tão desejado Ouro Negro (Petróleo) que eles tanto precisam. Quer dizer, até temos, mas custa R$ 2,80 o litro, no posto de gasolina mais próximo de você e tudo indica que daqui a alguns anos este será o preço da gota!

Trata-se apenas de mais uma acalorada e pacífica discussão entre policiais e ambulantes.
O melhor a ser feito foi, colocar o exército brasileiro para intermediar a situação. Já que não entramos em guerra desde 1945 e nossos tanques estavam se transformando em enormes pesos para papel.

A medida tomada foi; por meio de explosões, incêndios e pequenos bombardeios localizados, destruir os tais produtos não regularizados pelo Instituto Pesos e Medidas (IPEM), pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) e isentos de imposto fiscal. São conhecidos popularmente como produtos piratas, ou do francês “Falciê”.

Assim não haverá possibilidade das mercadorias, retornarem as ruas, já que isso andava acontecendo, mas o GCM SP não quis se manifestar sobre o assunto.

Esta é uma medida de contenção provisória, já que a prefeitura não tem a intenção de causar pânico na população.

Enchente em São Paulo


São Paulo, mais conhecida como; “ A terra da lagoa”.

Só que aqui a simples chuva vira um dilúvio e tudo que está a um metro e meio do chão desaparece, inclusive o asfalto.
Chove tanto aqui, que já virou até ponto de referência;
- Você assistiu aquele filme ontem?
- Putz, que horas foi isso? Antes ou depois da chuva?

- Está vendo aquele acúmulo de nuvens negras se formando ali!
Então, a zona leste fica embaixo.

Não foi por menos que a chuva nos trouxe este transatlântico, que encalhou ali no Vale do Anhangabaú, ao lado do Shopping Light.
Não me pergunte como ele veio parar aqui, até disseram que era o Titanic que submergiu do Oceano Atlântico e veio direto para a capital, mas como ainda não foi encontrado o Di Caprio, descartaram a hipótese.